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Posse do prefeito, vice e vereadores - 01 de janeiro

Plenário da Câmara Municipal.
Público e vereadores Jose Ivanildo, Péba e Tanta.
Patrícia Menezes, Raquel Torres e M. Lima, secretária.
João Martins, na tribuna.
Vereadores Hidelbrando Valdevino e Dêva Pessoa.
Vereador Joel Gomes, secretário da sessão.
Vereador Sávio Pessoa, presidente da Mesa diretora.
Vereador Dêva Pessoa (tribuna)
Na tribuna, vice-prefeito Romero Perazzo.

Prefeito Sávio Torres e vice Romero Perazzo

Vereador Dêva Pessoa e 1ª dama Raquel Torres
Vereador Joel Gomes e fotógrafo Marcelo Patriota

10 comentários:

mberenis disse...

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pedrotorresfilho disse...

mberenis

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Pedro Torres Filho
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Pedro Torres Filho disse...

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Minha sugestão é não instalar nada além do que já está instalado.

Pedro Torres Filho
AmazingFriends.org

Josa Rabêlo disse...

Desta vez houve coerência, não houve espaço para negociatas.
Espero que a cãmara faça uma legislatura digna da grandeza e importancia dos eleitores de Tuparetama.
SITUAÇÃO,não aprove nada errado!
OPOSIÇÃO, não seja contra o que for de bom pra nossa gente!
sds.: Poéticas Pajeuzeiras

marcela disse...

QUEM É JOSEMAR RABELO DE VASCONCELOS PARA FALAR SOBRE COERÊNCIA OU NEGOCIATAS ?
ANTES DE FALAR SOBRE COERÊNCIA, ELE DEVERIA REFLETIR SE ELE É COERENTE COM O QUE DIZ, PARA PODER FALAR SOBRE O ASSUNTO.

REFLITA.

Anônimo disse...

Em resposta ao comentário de Marcela, gostaria de informar a mesma, que a Coerência e a coragem de falar a verdade, sempre pautaram meu comportamento em casa, nas rádios em que trabalhei em carros de som, palanques, salas de aula, escolas, faculdade, reuniões e seminários.
Marcela, se quiseres, estou disposto a dialogar com vc sobre coerência e/ou qualquer assunto. Você escolhe o tema, local e data.
sds. Poéticas Pajeuzeiras
Josa Rabêlo

pedrotorresfilho disse...

Comentei recentemente, em um fórum aberto, amplo e democrático, onde se descute política apartidária, um posicionamento sobre um tema que antigamente era mote em cantorias de viola em que se diz "e o que é que me falta fazer mais..." e onde o poeta procura demontrar sua grandiozidade e seu poderio de realização, no tempo e na história, inclusive assumindo lugar de heróis gregos, personagens folclóricos de muitos povos, mitos, profetas de muitas religiões, cientistas de muitas encarnações e por aí em diante..

Pois bem, lá na Comunidade Oficial de Tuparetama - PE do orkut, daqui da google.com, teci os seguintes comentários, com o título fazendo alusão ao filme temático de Glauber Rocha:

[b]"Deus e o diabo na terra do sol quente..."[/b]

Deus e o diabo viraram desculpa para quem não faz nada de concreto, a não ser edifícios e assim é difícil.

É como esperar que a abelha venha até à colméia trazer seu precioso néctar, aguardar que a juventude abdique dos deliciosos vitríolos espalhados nas ruas, "gratuitos" e "amorais"...

Daí culpá-los de fracos, ignorantes e rebeldes é fácil, aliás, muito fácil, facílimo até denominá-los "nova geração perdida"!

Quem os perdeu? Será que se perderam?!

Tuparetama tá avançando pra um caminho do futuro alheio, sem afeto, carinho, afago, sem cultura das próprias tradições - cultura das tradições alheias tem muita e bem pagas - quem lá faz cultura e arte como a CDT, Tárcio, Tunú e tantas outras personagens que querem multiplicados os seus TALENTOS, esses não tem apoio do município, fazem por amor, vocação, abnegação.

Voltarão Àquele Senhor com os mesmos TALENTOS que receberam...
Quem quer continuar estudando pra sobreviver neste mundo d'agora ou nasceu rico, ou deu a sorte de ter nascido uma "árvore" de grana no quintal de casa.

Cultura não é festa, somente:É, principalmente cultivar, celebrar, festejar o folclore local, as manifestações populares espontâneas, nada exótico!

A partir disso se discutem as relações sociais, o que está certo e errado de acordo com o sentimento da coletividade.

Distribuir as riquezas coletadas, dando a cada um o seu pedaço conforme o façam por merecer, sem PRIVILÉGIOS ou quaisquer outras formas de SORTEIOS da dignidade e direitos da cidadania do povo tuparetamense.

A juventude é quem trabalha para dar com comida, amor e abrigo aos que não podem ainda (as crianças) e aqueles que não podem mais (os de mais idade, sem condições de trabalhar)...

Vinde à mim as criancinhas disse o Mestre!

Ou não?)

Agora, aqui, vendo o comentário de minha amiga Marcela, outra estudande de Direito, batalhadora também, (porque estudantes de Direitos são tão discrimados agora?), filha de gente de minha terra, pessoas que amo, lembrei-me não sei por qual quê, de uma música da minha geração perdida: "Faoreste Cabôblo" da Legião Urbana, cujo líder da banda, ou bando, era o Renando Russo que fez uma letra história e fez-se o único cantor a 'forçar' praticamente todas as rádios desse nosso Brasil a tocar 'sem parar' e 'sem querer' sua música por exíguos e maravilhosamente doces 12 minutos...

"
Faroeste Caboclo
Legião Urbana
Composição: Renato Russo

Não tinha medo o tal João de Santo Cristo
Era o que todos diziam quando ele se perdeu
Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda
Só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe deu

Quando criança só pensava em ser bandido
Ainda mais quando com um tiro de soldado o pai morreu
Era o terror da sertania onde morava
E na escola até o professor com ele aprendeu

Ia pra igreja só prá roubar o dinheiro
Que as velhinhas colocavam na caixinha do altar
Sentia mesmo que era mesmo diferente
Sentia que aquilo ali não era o seu lugar

Ele queria sair para ver o mar
E as coisas que ele via na televisão
Juntou dinheiro para poder viajar
De escolha própria, escolheu a solidão

Comia todas as menininhas da cidade
De tanto brincar de médico, aos doze era professor.
Aos quinze, foi mandado pro o reformatório
Onde aumentou seu ódio diante de tanto terror.

Não entendia como a vida funcionava
Discriminação por causa de sua classe ou sua cor
Ficou cansado de tentar achar resposta
E comprou uma passagem, foi direto a Salvador.

E lá chegando foi tomar um cafezinho
E encontrou um boiadeiro com quem foi falar
E o boiadeiro tinha uma passagem e ia perder a viagem
Mas João foi lhe salvar

Dizia ele: "Estou indo pra Brasília
Neste país lugar melhor não há
Estou precisando visitar a minha filha
Eu fico aqui e você vai no meu lugar"

E João aceitou sua proposta
E num ônibus entrou no Planalto Central
Ele ficou bestificado com a cidade
Saindo da rodoviária, viu as luzes de Natal

"Meu Deus, mas que cidade linda,
No Ano-Novo eu começo a trabalhar"
Cortar madeira, aprendiz de carpinteiro
Ganhava cem mil por mês em Taguatinga

Na sexta-feira ia pra zona da cidade
Gastar todo o seu dinheiro de rapaz trabalhador
E conhecia muita gente interessante
Até um neto bastardo do seu bisavô

Um peruano que vivia na Bolívia
E muitas coisas trazia de lá
Seu nome era Pablo e ele dizia
Que um negócio ele ia começar

E o Santo Cristo até a morte trabalhava
Mas o dinheiro não dava pra ele se alimentar
E ouvia às sete horas o noticiário
Que sempre dizia que o seu ministro ia ajudar

Mas ele não queria mais conversa
E decidiu que, como Pablo, ele ia se virar
Elaborou mais uma vez seu plano santo
E sem ser crucificado, a plantação foi começar.

Logo logo os maluco da cidade souberam da novidade:
"Tem bagulho bom ai!"
E João de Santo Cristo ficou rico
E acabou com todos os traficantes dali.

Fez amigos, freqüentava a Asa Norte
E ia pra festa de rock, pra se libertar
Mas de repente
Sob uma má influência dos boyzinho da cidade
Começou a roubar.

Já no primeiro roubo ele dançou
E pro inferno ele foi pela primeira vez
Violência e estupro do seu corpo
"Vocês vão ver, eu vou pegar vocês"

Agora o Santo Cristo era bandido
Destemido e temido no Distrito Federal
Não tinha nenhum medo de polícia
Capitão ou traficante, playboy ou general

Foi quando conheceu uma menina
E de todos os seus pecados ele se arrependeu
Maria Lúcia era uma menina linda
E o coração dele pra ela o Santo Cristo prometeu

Ele dizia que queria se casar
E carpinteiro ele voltou a ser
"Maria Lúcia pra sempre vou te amar
E um filho com você eu quero ter"

O tempo passa e um dia vem na porta
Um senhor de alta classe com dinheiro na mão
E ele faz uma proposta indecorosa
E diz que espera uma resposta, uma resposta do João

"Não boto bomba em banca de jornal
Nem em colégio de criança isso eu não faço não
E não protejo general de dez estrelas
Que fica atrás da mesa com o cú na mão

E é melhor senhor sair da minha casa
Nunca brinque com um Peixes de ascendente Escorpião"
Mas antes de sair, com ódio no olhar, o velho disse:
"Você perdeu sua vida, meu irmão

"Você perdeu a sua vida meu irmão
Você perdeu a sua vida meu irmão
Essas palavras vão entrar no coração
Eu vou sofrer as conseqüências como um cão"

Não é que o Santo Cristo estava certo
Seu futuro era incerto e ele não foi trabalhar
Se embebedou e no meio da bebedeira
Descobriu que tinha outro trabalhando em seu lugar

Falou com Pablo que queria um parceiro
E também tinha dinheiro e queria se armar
Pablo trazia o contrabando da Bolívia
E Santo Cristo revendia em Planaltina

Mas acontece que um tal de Jeremias,
Traficante de renome, apareceu por lá
Ficou sabendo dos planos de Santo Cristo
E decidiu que, com João ele ia acabar

Mas Pablo trouxe uma Winchester-22
E Santo Cristo já sabia atirar
E decidiu usar a arma só depois
Que Jeremias começasse a brigar

Jeremias, maconheiro sem-vergonha
Organizou a Rockonha e fez todo mundo dançar
Desvirginava mocinhas inocentes
Se dizia que era crente mas não sabia rezar

E Santo Cristo há muito não ia pra casa
E a saudade começou a apertar
"Eu vou me embora, eu vou ver Maria Lúcia
Já tá em tempo de a gente se casar"

Chegando em casa então ele chorou
E pro inferno ele foi pela segunda vez
Com Maria Lúcia Jeremias se casou
E um filho nela ele fez

Santo Cristo era só ódio por dentro
E então o Jeremias pra um duelo ele chamou
Amanhã às duas horas na Ceilândia
Em frente ao lote 14, é pra lá que eu vou

E você pode escolher as suas armas
Que eu acabo mesmo com você, seu porco traidor
E mato também Maria Lúcia
Aquela menina falsa pra quem jurei o meu amor

E o Santo Cristo não sabia o que fazer
Quando viu o repórter da televisão
Que deu notícia do duelo na TV
Dizendo a hora e o local e a razão

No sábado então, às duas horas,
Todo o povo sem demora foi lá só para assistir
Um homem que atirava pelas costas
E acertou o Santo Cristo, começou a sorrir

Sentindo o sangue na garganta,
João olhou pras bandeirinhas e pro povo a aplaudir
E olhou pro sorveteiro e pras câmeras e
A gente da TV que filmava tudo ali

E se lembrou de quando era uma criança
E de tudo o que vivera até ali
E decidiu entrar de vez naquela dança
"Se a via-crucis virou circo, estou aqui"

E nisso o sol cegou seus olhos
E então Maria Lúcia ele reconheceu
Ela trazia a Winchester-22
A arma que seu primo Pablo lhe deu

"Jeremias, eu sou homem. coisa que você não é
E não atiro pelas costas não
Olha pra cá filha-da-puta, sem-vergonha
Dá uma olhada no meu sangue e vem sentir o teu perdão"

E Santo Cristo com a Winchester-22
Deu cinco tiros no bandido traidor
Maria Lúcia se arrependeu depois
E morreu junto com João, seu protetor

E o povo declarava que João de Santo Cristo
Era santo porque sabia morrer
E a alta burguesia da cidade
Não acreditou na história que eles viram na TV

E João não conseguiu o que queria
Quando veio pra Brasília, com o diabo ter
Ele queria era falar pro presidente
Pra ajudar toda essa gente que só faz...

Sofrer...

"

Pedro Torres Filho

pedrotorresfilho disse...

Jeremias

Capítulo 8

1. Naquele tempo - oráculo do Senhor - serão retirados de seus sepulcros os ossos dos reis de Judá, dos seus chefes e sacerdotes, dos seus profetas e habitantes de Jerusalém.
2. E serão expostos ao sol, à lua e à multidão das estrelas que tanto amaram e serviram, e que seguiram, consultaram e adoraram. Esses ossos não serão mais recolhidos, nem enterrados, permanecendo como adubo na superfície do solo.
3. Preferível à vida será a morte para os sobreviventes dessa raça perversa, em todos os lugares pelos quais eu os houver dispersado - oráculo do Senhor dos exércitos.
4. Dir-lhe-ás, então: Eis o que diz o Senhor: não se deverá levantar aquele que tomba? Não voltará aquele que se desviou?
5. Por que persiste esse povo de Jerusalém em perpétua loucura? Obstinam-se na má fé, recusando converter-se.
6. Atentamente os escutei: não falam, porém, com sinceridade. Nem um deles se arrepende da maldade e não clama: Que fiz eu? Retomam todos a caminhada, à semelhança do cavalo que se arremessa à batalha.
7. Até a cegonha pelo ar reconhece a estação, e as rolas e as andorinhas são fiéis à migração. O meu povo, porém, não conhece a lei do Senhor.
8. Como podeis dizer: Somos sábios, e temos conosco a lei do Senhor? Na verdade foi a mentira que fez desta lei o estilete enganador dos escribas.
9. Os sábios consternados e confundidos ficarão cobertos de vergonha, por haverem repelido a palavra do Senhor; qual seria então a sabedoria deles?
10. Eis por que a outros darei suas mulheres, e seus campos a novos donos, já que, do menor ao maior deles, todos se entregam aos lucros desonestos. Desde o profeta até o sacerdote, praticam todos a mentira.
11. Tratam sem cuidado da ferida da filha do meu povo, e dizem: Vai tudo bem! Vai tudo bem! quando vai tudo mal.
12. Pelo seu proceder abominável serão confundidos, mas nem ao menos conhecem a vergonha, e nem o que seja enrubescer. Assim como os que caem, tombarão também e perecerão no dia do castigo - oráculo do Senhor.
13. Vou reuni-los todos e arrebatá-los - oráculo do Senhor. Mas não havia uma só uva na vinha, nem figo na figueira. A folhagem havia murchado. E assim lhes dei quem os haveria de conquistar.
14. Para que ainda nos determos? Reuni-vos, e vamos para as praças fortes: lá havemos de perecer. Porquanto o Senhor, nosso Deus, decidiu que pereçamos, fazendo-nos beber água envenenada, já que pecamos contra ele.
15. Aguardávamos a felicidade e nenhum bem encontramos, nenhum tempo de exaltação, e só vemos o terror.
16. Ouve-se, desde Dã, o relinchar dos cavalos, e toda a terra estremece com o estrépito de seus corcéis, que ao chegarem destroem a terra e o quanto nela existe: a cidade e os habitantes.
17. Vou lançar serpentes contra vós, e víboras insensíveis aos encantamentos, que vos morderão - oráculo do Senhor.
18. Onde encontrar consolo para a minha dor? Dentro de mim sofre o coração. Chega-me de uma terra longínqua
19. a voz amargurada da filha do meu povo: Não está mais o Senhor em Sião? E nela não mora mais o seu rei? Por que me irritaram com seus ídolos, com as vãs divindades de outros países?
20. Passou a ceifa; terminou a colheita, e não nos chegou a libertação.
21. Faz-me sofrer a chaga da filha de meu povo, cobre-me o luto; apossa-se de mim a desolação.
22. Não haverá mais bálsamo de Galaad? Nem se poderá encontrar um médico? Por que, então, a ferida da filha de um povo não se há de cicatrizar?
23. Oh! tivesse eu em minha cabeça um manancial, e em meus olhos uma fonte de lágrimas! Dia e noite eu choraria os mortos da filha de meu povo.

Anônimo disse...

concordo com vc marcela em genêro e grau isso é um tapado baba ovo.

Anônimo disse...

e é tão inteligente que bota anonimo e se entrega kkkkk é tão coerente que num sabe nem usar um computador kkkkkk

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